Confira hoje, o terceiro relato sobre a premiação dos melhores relatos da viagem à Alemanha – Jugendkurse in Deutschland. A autora é a aluna Camila, que esteve na cidade de Frankfurt:

Saí de casa para o aeroporto no dia cinco de janeiro, extremamente nervosa e ansiosa. Quando cheguei, logo conheci os outros brasileiros e foi muito engraçado, pois todos estavam muito felizes e nós não conseguíamos parar de conversar; parecia que já nos conhecíamos há um tempo.
O voo durou 12 horas e foi um pouco cansativo e puxado. Então, no domingo seis de janeiro, chegamos em Frankfurt e tiramos a primeira foto de muitas que estavam por vir. Depois, conhecemos as monitoras e elas logo dividiram o grupo: dez brasileiros viajariam para Freiburg e 10 ficaram em Frankfurt. Pegamos o metrô e fomos para a Estação Principal. Lá tivemos nossa primeira impressão da cidade, era por volta de três horas da tarde e estava nublado. Ainda assim, eu me apaixonei de cara pela cidade e estava muito ansiosa para conhecer as outras pessoas.
Quando chegamos no albergue, quase todos já estavam lá e muitos vieram conversar conosco. Qual seu nome? De onde você vem? Em que cidade mora? Qual o número do seu quarto?... Logo após, alguém viu um enorme mapa perto da sala do curso e todos começaram a mostrar de onde vinham, procurar sua cidade, calcular distâncias. Eu deixei minha mala em meu quarto e conheci minhas duas colegas de quarto. Favour é da Nova Zelândia e Nicole da Austrália; as duas têm dezessete anos e na primeira noite estávamos, as três, muito tímidas e pela única vez, não conversamos quase nada. Apesar disso, eu gostei delas desde o começo. Então, jantamos às 18 horas e estava delicioso.
No quinto andar do albergue, há uma sala somente com janelas de vidro, chamada “Glaspalast”. Lá aconteceu a maioria das atividades: noites de cinema e karaokê, jogos, festas e assim por diante. Neste dia tivemos um jogo de boas-vindas, para guardar o nome de todos. Foi muito engraçado e todos se deram bem rapidamente. Tinham pessoas de oito países diferentes – Brasil, Argentina, Chile, Peru, Bolívia, Colômbia, Austrália e Nova Zelândia – com três línguas maternas diversas: inglês, espanhol e português. A partir desse dia, só nos divertimos e aprendemos muitas coisas.
Em Frankfurt fizemos incontáveis atividades e aprendemos muito sobre a Alemanha e a cultura alemã. Eu espero conhecer ainda mais sobre a Alemanha no futuro e poder visitar Frankfurt novamente. A viagem foi a melhor experiência que já tive em minha vida e, acima de tudo, fiz amigos para toda minha vida. Eu não vou esquecer de nada e de ninguém e sempre me lembrarei de tudo.




Camila, do Colégio Vértice em São Paulo
O voo durou 12 horas e foi um pouco cansativo e puxado. Então, no domingo seis de janeiro, chegamos em Frankfurt e tiramos a primeira foto de muitas que estavam por vir. Depois, conhecemos as monitoras e elas logo dividiram o grupo: dez brasileiros viajariam para Freiburg e 10 ficaram em Frankfurt. Pegamos o metrô e fomos para a Estação Principal. Lá tivemos nossa primeira impressão da cidade, era por volta de três horas da tarde e estava nublado. Ainda assim, eu me apaixonei de cara pela cidade e estava muito ansiosa para conhecer as outras pessoas.
Quando chegamos no albergue, quase todos já estavam lá e muitos vieram conversar conosco. Qual seu nome? De onde você vem? Em que cidade mora? Qual o número do seu quarto?... Logo após, alguém viu um enorme mapa perto da sala do curso e todos começaram a mostrar de onde vinham, procurar sua cidade, calcular distâncias. Eu deixei minha mala em meu quarto e conheci minhas duas colegas de quarto. Favour é da Nova Zelândia e Nicole da Austrália; as duas têm dezessete anos e na primeira noite estávamos, as três, muito tímidas e pela única vez, não conversamos quase nada. Apesar disso, eu gostei delas desde o começo. Então, jantamos às 18 horas e estava delicioso.
No quinto andar do albergue, há uma sala somente com janelas de vidro, chamada “Glaspalast”. Lá aconteceu a maioria das atividades: noites de cinema e karaokê, jogos, festas e assim por diante. Neste dia tivemos um jogo de boas-vindas, para guardar o nome de todos. Foi muito engraçado e todos se deram bem rapidamente. Tinham pessoas de oito países diferentes – Brasil, Argentina, Chile, Peru, Bolívia, Colômbia, Austrália e Nova Zelândia – com três línguas maternas diversas: inglês, espanhol e português. A partir desse dia, só nos divertimos e aprendemos muitas coisas.
Em Frankfurt fizemos incontáveis atividades e aprendemos muito sobre a Alemanha e a cultura alemã. Eu espero conhecer ainda mais sobre a Alemanha no futuro e poder visitar Frankfurt novamente. A viagem foi a melhor experiência que já tive em minha vida e, acima de tudo, fiz amigos para toda minha vida. Eu não vou esquecer de nada e de ninguém e sempre me lembrarei de tudo.


